domingo, 16 de janeiro de 2011

Ocupações do Professor de Educação Física.

Conheça abaixo as principais ocupações do Professor de Educação Física.

 




Professor de Educação Física Especial
Profissional que atua planejando, ministrando e avaliando atividades físicas para indivíduos portadores de necessidades especiais, como amputados, paraplégicos, hemiplégicos, deficientes mentais, deficientes sensoriais, etc., normalmente como parte de um projeto de inclusão e promoção social de instituição especializada ou em clínicas.









Administrador Desportivo
Profissional que atua na administração de empresas públicas ou privadas ligadas à produção de bens ou prestação de serviços relacionados à atividades esportivas, recreativas ou de lazer. Além dos conhecimentos administrativos comuns para gerir qualquer empresa, o administrador desportivo precisa conhecer a dinâmica e as demanda da empresa









Avaliador Físico
Atua na mensuração e avaliação de parâmetros morfológicos, e fisiológicos de indivíduos, de forma a possibilitar o planejamento de atividades físicas específicas para as necessidades e possibilidades dos clientes. Trabalha normalmente em academias, salas de musculação de clubes, spas, clínicas de estética e institutos ou laboral



 





Coordenador Técnico
Atua liderando um grupo de professores/instrutores, planejando, orientando, coordenando e ajudando na execução das diversas atividades cotidianas inerentes a um departamento técnico esportivo (natação, ginástica, musculação, e aulas em escolas comuns ou especiais.), como aulas, avaliações, festivais, competições, demonstrações, premiações , etc..








Fisiologista
Atua especificamente na mensuração e avaliação de parâmetros fisiológicos, de forma a possibilitar o planejamento de atividades físicas específicas para as necessidades e possibilidades dos clientes. Atua principalmente agregado a comissões técnicas de equipes esportivas competitivas profissionais.








Gerente Operacional
Atua monitorando e orientando a atuação de coordenadores técnicos, articulando e integrando as suas iniciativas, em função do planejamento global da empresa e visando a otimização dos resultados gerais esperados. Nos clubes, equivale ao cargo de Diretor Geral de Esportes (DGE). Muito comum em academias e clubes esportivos.









Instrutor de Ginástica Laboral
Atua ministrando sessões de ginástica laboral (calistenia básica, exercícios de alongamento muscular e mobilidade articular), de caráter preventivo ou compensatório para os trabalhadores de uma empresa, visando minimizar o absenteísmo e maximizar a qualidade de vida e capacidade de trabalho dos empregados. Trabalha normalmente como freelancer.








Personal Trainer
Atua planejando, ministrando e avaliando individualmente atividades físicas para uma pessoa, visando a consecução de objetivos determinados e pré-combinados, como melhorar a qualidade de vida, emagrecer, preparar-se para uma atividade ou evento específico, etc. Pode atuar na residência do contratante, em espaços públicos ou academias.









Preparador Físico
Descrição do Cargo Atua planejando, ministrando e avaliando atividades físicas para atletas de uma determinada modalidade esportiva, visando maximizar o seu desempenho físico para as diversas competições. Atua muito freqüentemente em clubes.









Professor de Academia
OBSERVAÇÃO: Por extensão, ocupações como professor de musculação, de ginástica, de natação, de hidroginástica, de artes marciais, entre outras, encontram-se contempladas neste item, já que estas modalidades são praticadas predominantemente em academias. Profissional que atua planejando, ministrando e avaliando atividades físicas.









Professor de Educação Física Escolar
Atua planejando, ministrando e avaliando atividades físicas para as diversas séries escolares (as 8 séries do 1º. Grau e as três do 2º.), dentro do projeto Pedagógico da instituição e consoante com as diretrizes administrativas e técnicas para cada idade. Normalmente possui todas as atribuições, direitos e deveres dos demais professores.









Professor de Ensino Superior
Atua planejando, ministrando e avaliando atividades pedagógicas teórico-práticas para os Cursos de Educação Física do ensino superior, dentro do projeto institucional de cada Faculdade ou Universidade e consoante com as diretrizes administrativas e técnicas dos respectivos departamentos para cada ano escolar.









Profissional de Marketing Esportivo
Atua na área de marketing de empresas públicas ou privadas ligadas à produção de bens ou prestação de serviços relacionados à atividades esportivas, recreativas ou de lazer. Além dos conhecimentos de marketing comuns para qualquer empresa, este profissional precisa conhecer a dinâmica e as demandas das diversas atividades físicas.









Promotor de Eventos Esportivos
Atua autonomamente ou em empresas especializadas na organização e promoção de eventos esportivos como competições, campeonatos, meetings, torneios, demonstrações, jogos amistosos, etc. Muito frequentemente compõe e/ou lidera equipes multidisciplinares de assistentes, jornalistas, profissionais de nível técnico, etc.









Recreacionista
Atua ministrando aulas e jogos adaptados, brincadeiras, competições e concursos, de caráter recreativo e motivacional normalmente para turistas e acampantes, visando preencher-lhes o tempo ocioso maximizar a sensação de prazer e de boa qualidade de vida. Trabalha normalmente como trabalhador terceirizado (autônomo ou contratado).



                  





Técnico Desportivo
Profissional que atua planejando, ministrando e avaliando atividades físicas para atletas de uma determinada modalidade esportiva, visando maximizar o seu desempenho técnico e tático para as diversas competições. Atua muito freqüentemente em clubes, em equipes multidisciplinares constituídas por assistentes, preparadores físicos,etc...

Futsal Adaptado

Professor  Nilton Cesar Cardoso
Educação Física
Pedagogia


Aula de futsal adaptado para deficientes visuais
    Pode ser aplicada para alunos comuns

O que o aluno poderá aprender com esta aula
Vivenciar o jogo de futsal a partir da perspectiva de um deficiente visual.
Compreender quais são as dificuldades de deslocamento vividas por portador de necessidades especial - deficiente visual.
Desenvolver as suas capacidades auditiva e tátil.
Estimular o desenvolvimento da percepção espaço-temporal.
Duração das atividades
Uma aula de 50 minutos.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Nesta aula os alunos não precisam ter conhecimentos prévios.
Estratégias e recursos da aula
O futsal é um dos esportes mais praticados nas escolas, porém na maioria das vezes esta pratica esta ligada à reprodução do modelo praticado por equipes de alto nível desta modalidade.
Nesta aula o futsal será utilizado como uma ferramenta para debatermos questões mais amplas que fazem parte da nossa sociedade, ou seja, questões que estão ligadas diretamente ao nosso dia-a-dia, por isso sofrerá uma série de adaptações para se adequar aos objetivos propostos na aula.
A pratica do futsal para portadores de necessidades especiais – com deficiência visual tem como objetivo despertar nos alunos um olhar mais próximo das dificuldades vivenciadas por todos os portadores de deficiência visual que convivem diariamente com eles nos diversos espaços da cidade. A escola e o seu espaço físico podem servir de exemplo para este debate, será que a nossa escola está preparada para receber alunos portadores de deficiência visual ou ela precisaria passar por algumas transformações, o que os próprios alunos poderiam fazer para ajudar neste processo de adaptação da escola.
 
Dessa forma esperamos fortalecer sentimentos como; solidariedade, respeito ao próximo, respeito às diferenças e inclusão social.

Fonte: WWW.portaldoprofessor.mec.gov.b
Recursos Complementares



Versão para Impressão
Prof. Nilton Cesar Cardoso 
Professor de Educação Física Adaptada  e  Pedagogo


EPILEPSIA / CONVULSÃO - ATAQUE EPILÉPTICO
                      
Sinônimos: epilepsia, ter um ataque, finar-se; desmaio com tremor
O que é?
Epilepsia é uma doença neurológica crônica, podendo ser progressiva em muitos casos, principalmente no que se relaciona a alterações cognitivas, freqüência e gravidade dos eventos críticos. É caracterizada por crises convulsivas recorrentes, afetando cerca de 1% da população mundial.
Uma crise convulsiva é uma descarga elétrica cerebral desorganizada que se propaga para todas as regiões do cérebro, levando a uma alteração de toda atividade cerebral. Pode se manifestar como uma alteração comportamental, na qual o indivíduo pode falar coisas sem sentido, por movimentos estereotipados de um membro, ou mesmo através de episódios nos quais o paciente parece ficar "fora do ar", no qual ele fica com o olhar parado, fixo e sem contato com o ambiente.

A descarga elétrica neuronal anômala que geram as convulsões podem ser resultante de neurônios com atividade funcional alterada (doentes), resultantes de massas tumorais, cicatrizes cerebrais resultantes de processos infecciosos (meningites, encefalites),isquêmicos ou hemorrágicos (acidente vascular cerebral), ou até mesmo por doenças metabólicas (doenças do renais e hepáticas), anóxia cerebral (asfixia) e doenças genéticas. Muitas vezes, a origem das convulsões pode não ser estabelecida, neste caso a epilepsia é definida como criptogênica.
Como se desenvolve?
O mecanismo desencadeador das crises pode ser multifatorial. Em muitas pessoas, as crises convulsivas podem ser desencadeadas por um estímulo visual, auditivo, ou mesmo por algum tipo específico de imagem. Nas crianças, podem surgir na vigência de febre alta, sendo esta de evolução benigna, muitas vezes não necessitando de tratamento.
Nem toda crise convulsiva é caracterizada como epilepsia. Para tal, é preciso que o indivíduo tenha apresentado, no mínimo, duas ou mais crises convulsivas no período de 12 meses, sem apresentar febre, ingestão de álcool , intoxicação por drogas ou abstinência, durante as mesmas.
O que se sente?
A sintomatologia apresentada durante a crise vai variar conforme a área cerebral em que ocorreu a descarga anormal dos neurônios. Pode haver alterações motoras, nas quais os indivíduos apresentam movimentos de flexão e extensão dos mais variados grupos musculares, além de alterações sensoriais, como referidas acima, e ser acompanhada de perda de consciência e perda do controle esfincteriano.
As crises também podem ser precedidas por uma sintomatologia vaga, como sensação de mal estar gástrico, dormência no corpo, sonolência, sensação de escutar sons estranhos, ou odores desagradáveis e mesmo de distorções de imagem que estão sendo vistas.
A grande maioria dos pacientes, só percebem que foram acometidos por uma crise após recobrar consciência, além disso podem apresentar, durante este período, cefaléia, sensibilidade à luz, confusão mental, sonolência, ferimentos orais (língua e mucosa oral).
Como o médico faz o diagnóstico?
O diagnóstico é realizado pelo médico neurologista através de uma história médica completa, coletada com o paciente e pessoas que tenham observado a crise. Além disso, pode ser necessário exames complementares como eletroencefalograma (EEG) e neuroimagem, como tomografia e/ou ressonância magnética de crânio. O EEG é um exame essencial, apesar de não ser imprescindível, pois o diagnóstico é clínico.
Ele ao serve apenas para o diagnóstico, como também para monitorar a evolução do tratamento. Outro exame complementar que pode ser utilizado é o vídeo-EEG, no qual há registro sincronizado da imagem do paciente tendo a crise e o traçado eletroencefalográfico deste momento. As técnicas de neuroimagem são utilizadas para investigação de lesões cerebrais capazes de gerar crises convulsivas, fornecendo informações anatômicas, metabólicas e mesmo funcionais.
Como se trata?
O tratamento da epilepsia é realizado através de medicações que possam controlar a atividade anormal dos neurônios, diminuindo as cargas cerebrais anormais. Existem medicamentos de baixo custo e com poucos riscos de toxicidade. Geralmente, quando o neurologista inicia com um medicamento, só após atingir a dose máxima do mesmo, é que se associa outro , caso não haja controle adequado da epilepsia.
Mesmo com o uso de múltiplas medicações, pode não haver controle satisfatório da doença. Neste caso, pode haver indicação de cirurgia da epilepsia. Ela consiste na retirada de parte de lesão ou das conexões cerebrais que levam à propagação das descargas anormais. O procedimento cirúrgico pode levar à cura, ao controle das crises ou à diminuição da freqüência e intensidade das mesmas.